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sábado, 31 de julho de 2010

Rio Grande do Norte

Graças a sua privilegiada situação geográfica -- localiza-se na costa sul-americana mais próxima da Europa --, o Rio Grande do Norte sempre teve singular importância estratégica. Como diziam os portugueses quinhentistas, "é a mais perto terra que há no Brasil".

O estado do Rio Grande do Norte, na região Nordeste, ocupa uma área de 53.307km2, na maior parte incluída no chamado Polígono das Secas. Limita-se ao norte e a leste com o oceano Atlântico, ao sul com a Paraíba a oeste com o Ceará. A capital é Natal.

Região: Nordeste
Área: 52.796,791 km²
Capital: Natal
População estimada: 3.137.541 habitantes
Densidade demográfica: 94,98 hab./km²

Sites

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Rio Grande do Norte: Geografia

Geologia e relevo. Cerca de 83% do território estadual encontram-se abaixo de 300m e 60% abaixo de 200m. Duas unidades de relevo compõem o quadro morfológico: terras baixas e planalto. O planalto, extremidade setentrional da Borborema, penetra o estado pelo sul, afastando-se bastante do litoral oriental, ao contrário do que ocorre nos estados da Paraíba e de Pernambuco. Apresenta dorso acinzentado e mais baixo que no estado da Paraíba (somente ao norte de Currais Novos alcança o planalto a cota de 800m de altitude), rebordo tortuoso e pouco escarpado.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Rio Grande do Norte: População

A faixa mais povoada é a da baixada litorânea oriental, sobretudo na microrregião de Natal, a região mais úmida do estado. Nas demais regiões, as densidades se reduzem bastante, na seguinte ordem decrescente, por região: agreste, microrregião serrana do sudoeste, salineira, Borborema, Seridó, Serra Verde, Açu e Apodi, litoral de São Bento do Norte e sertão de Angicos.

domingo, 25 de julho de 2010

Rio Grande do Norte: Economia

Agricultura e pecuária. O mais importante produto agrícola do Rio Grande do Norte é o algodão. Cultiva-se a variedade arbórea nas áreas de menor pluviosidade, em terras do agreste e da caatinga. A principal área produtora, situada no sul do estado, compreende o agreste da Borborema e a área semi-árida situada a oeste do planalto, a região do Seridó. Em segundo lugar como cultura de larga distribuição geográfica, aparece o feijão, cultivado quer nos solos mais úmidos das planícies aluviais e pés-de-serra do sertão, quer em terras de caatinga, como cultura consorciada, ligada ao milho e ao algodão.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Rio Grande do Norte: História

Na divisão do Brasil em capitanias, coube o Rio Grande do Norte a João de Barros, feitor da Casa da Índia e Mina e futuro cronista das Décadas da Ásia. Media cem léguas de costa, contadas para o norte desde a baía da Traição, limite de Itamaracá, e incluía parte da atual Paraíba.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Rio Grande do Norte: Cultura e Turismo

O Rio Grande do Norte dispõe de importantes entidades culturais, entre as quais se destacam o Instituto Histórico e Geográfico que publica uma Revista desde 1903, a Academia Norte-Rio-Grandense de Letras e a Associação Norte-Rio-Grandense de Astronomia, todas com sede na capital. Entre as bibliotecas, devem ser citadas as da Fundação José Augusto, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a Central, a do Museu Histórico e Geográfico e a Biblioteca Câmara Cascudo. A maior biblioteca pública do interior é a da Prefeitura Municipal de Moçoró.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Natal - RN

Números

Fundação: 25 de Dezembro de 1599
Área: 170,298 km²
População: 806.203
Densidade: 4.734,07 hab / km²
Altitude: 30 m

A cidade

Capital do estado do Rio Grande do Norte, Natal está situada na margem direita do rio Potenji, próxima de sua foz, no oceano Atlântico, numa área bastante arenosa, com dunas e enseadas protegidas por um cordão de recifes praieiros que acompanham a costa.

Em dezembro de 1597 chegou à foz do Potenji uma frota comandada por Jerônimo de Albuquerque, com a missão de fundar um povoado e construir um forte para assegurar a posse de Portugal e afastar os franceses que comerciavam com os índios potiguares. Ao mesmo tempo chegava ao local, por terra, uma expedição chefiada pelo capitão-mor da capitania de Pernambuco, Manuel Mascarenhas Homem. Em 6 de janeiro de 1598 foi iniciada a construção do forte dos Três Reis Magos. Feita a paz com índios e franceses por intermédio dos jesuítas, construiu-se, a uma légua do forte, uma povoação que em 25 de dezembro de 1599 recebeu o nome de Natal, em alusão ao dia da fundação ou à data em que a armada entrou na barra do rio.